terça-feira, 29 de março de 2011

Los días de la semana



Alguém já se perguntou de onde vêm os dias da semana?

Aqui vamos esclarecer essas dúvidas, contando como foram atribuídas essas denominações que conhecemos hoje. Você lerá uma breve história dos dias da semana (días de la semana) são sete, dos sete objetos celestiais que os antigos gregos viam em movimento no céu como a Lua, Marte, Mercúrio, Júpiter, Vênus, Saturno e Sol.

Vamos começar falando sobre o dia Lunes (segunda-feira) quem acreditava que era o primeiro dia da semana, enganou-se, pois Lunes o segundo dia é considerada o primeiro dia de trabalho da semana. Vem do Latim e significa lua.

El Martes (terça-feira) é o terceiro dia da semana vem do latim Marte.
El Miércoles (quarta-feira) é o quarto dia e representa o deus Mercúrio que era o deus do comércio.
El Jueves (quinta-feira) é o quinto dia. Homenageia o deus Júpiter conhecido como Zeus, na mitologia grega.
El Viernes (sexta), é o sexto dia da semana e concebe seu significado a deusa Vênus “o dia de Vênus”, a deusa da beleza.
O sétimo dia é o sábado (sábado), e tem esse nome porque é o dia de Saturno na mitologia grega.

E o domingo (domingo) – este sim é o primeiro dia da semana - está relacionado com o sol e com Jesus. Não foi nenhuma coincidência, pois conta a história que o imperador Constantino, depois de ter um sonho, no qual viu uma cruz onde dentro havia um sol com a inscrição "vence com este sinal ", se declarou um cristão, como o Dia do Senhor. E assim, ele revelou seu cristianismo.
Um fato curioso é que os dias da semana estão relacionadas com o horóscopo. 

Adapatado do site  http://www.cultura10.com/historia-de-los-dias-de-la-semana/





Dom Quixote de La Mancha




Dom Quixote de La Mancha (Don Quijote de la Mancha em castelhano) é um livro escrito pelo espanhol Miguel de Cervantes y Saavedra (1547-1616). O título e ortografia originais eram El ingenioso hidalgo Don Qvixote de La Mancha, com sua primeira edição publicada em Madrid no ano de 1605. É composto por 126 capítulos, divididos em duas partes: a primeira surgida em 1605 e a outra em 1615.
O livro surgiu em um período de grande inovação e diversidade por parte dos escritores ficcionistas espanhóis. Parodiou os romances de cavalaria que gozaram de imensa popularidade no período e, na altura, já se encontravam em declínio. Nesta obra, a paródia apresenta uma forma invulgar. O protagonista, já de certa idade, entrega-se à leitura desses romances, perde o juízo, acredita que tenham sido historicamente verdadeiros e decide tornar-se um cavaleiro andante. Por isso, parte pelo mundo e vive o seu próprio romance de cavalaria. Enquanto narra os feitos do Cavaleiro da Triste Figura, Cervantes satiriza os preceitos que regiam as histórias fantasiosas daqueles heróis de fancaria. A história é apresentada sob a forma de novela realista.
É considerada a grande criação de Cervantes. O livro é um dos primeiros das línguas européias modernas e é considerado por muitos o expoente máximo da literatura espanhola. Em princípios de maio de 2002, o livro foi escolhido como a melhor obra de ficção de todos os tempos. A votação foi organizada pelo Clubes do Livro Noruegueses e participaram escritores de reconhecimento internacional

Enredo

O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que perdeu a razão por muita leitura de romances de cavalaria e pretende imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico. Dom quixote e Sancho pança aparecem também no "Livro de Lisa"